Duas garotas. Uma na Metrópole de São Paulo e outra no paraíso de Fortaleza. A forma como se conheceram, ou melhor, se descobriram, não vêm ao caso, mas essa descoberta foi bem diferente. Não descobriram uma a outra quando se encontraram e sim a elas mesmas. Os sentimentos, as dores, as paixões faziam cada uma ir se descobrindo e se conhecendo através das dores, amores e paixões da outra. Isso tudo parece uma grande confusão, mas eram apenas duas meninas que tinham incríveis semelhanças e diferenças, que cultivavam juntas sentimentos muito fortes e através da sua sensibilidade resolveram criarar uma personagem que as resumia. Foram somando tristezas e alegrias, amores e ódios, choros e sorrisos. Buscaram algo que tivessem em comum e que jamais poderia se tornar diferente, jamais estaria em outro lugar, jamais as separariam, algo que tivesse o poder absoluto de uni-las. A Lua é a junção, é o que as torna no mesmo lugar ao mesmo tempo. Olharam pro céu e assim nasceu “O Diário da Lua”.