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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

•prólogo, ♥

Oi, meu nome é Lua. Na verdade é Luana, mas eu gosto mais de ser a Lua, me sentir como a Lua e pensar por um momento que seja que o mundo gira ao meu redor. E eu gosto muito do que Luana significa... Um significado de atitude que não permite duplas interpretações: “Nome de pessoa bastante intuitiva e perceptiva das situações de perigo, como se contasse com um radar. Ela é fiel e exige fidelidade em troca.” Mas hoje, eu vou escrever sobre a minha vida, não é egoísmo nem nada do tipo, é um exercício de autoconhecimento. A minha vida é baseada em quatro colunas, colunas essenciais que tornam a junção de momentos, uma vida. Ela é basicamente regida pela música, pelas pessoas, pelas cores e pelo amor. Eu acordo, eu respiro e sinto amor em cada momento, de todas as formas. É verdade, você já parou para pensar no amor? Aquele friozinho na barriga quando um amigo te abraça é amor, aquele sorriso quando uma borboleta passa radiante à sua frente é amor, cada sorriso, cada beijo, cada abraço, tudo isso, e até mesmo um bom dia, é amor. É o amor pela natureza, pela beleza e pela vida. Viver sem amor é algo que não existe, Quando se ama profundamente até doer, aí sim é o sinônimo de viver intensamente cada momento. Ame, eu amo.
E as cores? Devem estar todos rindo pensando que sou uma boba de amar as cores e considerá-las essenciais! Assumam, é bobo, é muito bobo. Mas me digam se há algo melhor do que ser bobo? Ser bobo traz felicidade e isso não pode ser ruim. Enfim, o que eu quero dizer na verdade é a importância das cores... O Brasil é verde e amarelo, são as cores dele. O vermelho me ilumina, o preto me aquece e o branco clareia, o verde representa a natureza, o amarelo representa o sol, cada um tem sua cor favorita, que é tão importante quanto seu filme favorito, ou talvez seja bem mais importante. Eu tenho pena daqueles que não tem tempo de amar as cores, de olhá-las... Todos têm seus dias rosa (tudo bem meninos, os dias bons de vocês podem ser azuis ou, seja lá qual outra cor.), mas eu acho que são os dias pretos e roxos que nos fazem humanos. Não é fácil ser humano, mas as cores podem ajudar. A minha cor é a cor da Lua, a cor do céu, que combina com as estrelas e que é objeto de admiração de muitos, me incluam no muitos, por favor... Claro, eu estou falando do azul, ou como prefiro que chamem: Blue. Eu amo quando na vida está tudo blue, você não?



Nossa, acho que eu deveria ter começado pelas pessoas não é? Decerto devo estar meio insensível hoje, acontece com freqüência comigo. De qualquer forma eu acho que conhecendo as pessoas como eu conheço de fato, elas não costumam se importar com quem está na frente, não quando esse alguém não se trata de si mesmos, sejamos francos, sem isenção de culpa, eu também sou assim. Quem não precisa das pessoas? Eu preciso amá-las e odiá-las, sofrer e sorrir ao lado delas. Eu aprendo muito com elas e ensino também, acredite. Minha vida é basicamente... Onze. Isso, meus sete amores, meu grupo, minha panelinha, meus amigos, chame como quiser, só não se esqueça do meu, e antes que alguém proteste, eu preciso confessar que eu sou tão deles quanto eles são meus, eu os amo incondicionalmente. E um que eu não poderia esquecer é o meu pequeno segredo, uma figura especial que torna meus dias mais simples e significativos, o meu secreto amor, só ele. Bom ainda tem uma pessoa essencial para mim, ela que é um meio termo em mãe e melhor amiga para todo o sempre. Nós temos uma cumplicidade e uma reciprocidade em tudo que além de não ter preço é um dos fatores que me fazem ser feliz! Pensou que havia terminado? É, todo mundo tem muito que falar sobre as pessoas... Sinto muito, não termina por aí, tem mais dois, que são para se dizer um mínimo são as pessoas mais importantes da minha vida, as que eu mais amo, que não posso imaginar quão seria terrível minha vida com a falta dos dois, uma moedinha para quem acertar... Quem quer tentar? Exatamente, você acertou... Pais. Falamos deles, bem e mal, brigamos com eles, brigamos por eles, mas tanto eles quanto nós sabemos que não há vida com a ausência de algum dos lados, é um amor, uma cumplicidade, um carinho tão divino, tão maior do que tudo que existe na Terra, tão maior do que as barreiras impostas por nós mesmos... É algo que simplesmente supera tudo. Ah, eu os amo e como amo. E não me esqueço de lembrá-los disso em uma rotina que todos chamam de incomum e engraçada, e quer saber? Ela me faz bem. Vê a ironia, a rotina faz bem! É isso que eu quero que você veja e conheça, a minha rotina, eu quero te mostrar como amar o mundo e a vida, me deixa te mostrar a alegria, mas antes eu preciso falar da música, que é o começo de tudo, é o começo de todos os meus dias e foi também o começo da minha vida, sinto que é o momento perfeito para registrar uma conversa que tive com mamãe há uns bons meses atrás...

Bom, perguntei a ela como havia sido o dia em que nasci e ela me contou algo que de lá para cá mudou toda a minha vida, eis tudo que me lembro do que mamãe me disse de fato: “Minha pequena Lua, - tenho certeza que ela começou assim, ela sempre começa... Principalmente em seus discursos de que se eu tentar ser grandiosa como os astros, irei sair machucada, mães! – que pergunta estranha heim? Mas venha que te conto tudo o que lembro. Como você já sabe, Lua, você nasceu de tardezinha, era um dia bem friozinho e nublado, choveu de manhã e choveu de novo quando você nasceu. Foi um dia de uma música só, mas não porque eu quis, os aparelhos elétricos estavam todos funcionando mal, nós estávamos no sítio do seu avô, e lá é um milagre quando se pode ver algum programa de TV, enfim... Só tínhamos uma música que eu amava que foi gravada em uma fita pelo seu pai, (Fita? Nossa, eu me senti velha agora!) a música chamava: “Menininha”, cantada pelo Vinicius de Moraes, e até hoje essa música é muito especial para mim, porque me lembra o dia mais feliz da minha vida”. Ah, essa é a hora que a gente se abraçou... E para quem não conhece a música, vai meu trecho favorito: “Menininha, que graça é você
Uma coisinha assim, começando a viver... Fique assim, meu amor, sem crescer. Porque o mundo é ruim, é ruim e você vai sofrer de repente uma desilusão, porque a vida é somente teu bicho-papão”.

Bom, a minha vida começou com a música, e creio que com ela vá terminar e todos os meus dias têm uma música, eu vivo com trilha sonora e não preciso ser um personagem de novela para isso, é assim que eu amo ser, uma lua musical.


Ou você acha que existe algo que explica melhor a amizade do que: “Um amigo como você sempre faz tudo mais fácil. Eu sei que você estará comigo o tempo todo, em todos os bons momentos e ruins. Você sabe que eu estarei sempre por perto para qualquer coisa você pode contar comigo.”, ou algo que expresse melhor o amor do que: “Mais que palavras é tudo o que você tem que fazer para tornar isso real, daí você não precisaria dizer que você me ama porque eu já saberia”. Moral da história? Aonde eu quero chegar com tudo isso? Bem simples: “Seja um astro e deixe a música te guiar, não recuse a ajuda daquela que é a única que pode te ajudar, a magia, a música...”. Bom, isso é tudo. Boa Noite querido diário, amanhã hei de dar-te um nome, prometo.

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